“… Someone said you had you tattoo removed,
Saw you downtown singin’ the blues
it’s time to face the music, i’m no longer your muse…
But in another life, I would be your girl,
We’d keep all our promises, be us against the world.
In another life, I would make you stay
So I don’t have to say you were the one that got away…”
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(Source: mortraineys)
(Parte 4) “You were only waiting for this moment to be free…”
#Retrospectiva2011
Novembro e Dezembro foram os meses de transcender. O que quer que tivesse dado errado, teria de ser superado agora ou deixado pra depois. Eu estava exausta fisicamente, claro, mas psicologicamente mais ainda. Depois de várias peças, incontáveis shows e interminaveis ensaios, eu já nem sabia mais a data, se bobear nem meu nome eu sabia mais. Ia pros ensaios no piloto automático, o cronograma de cada semana era fechado só na propria semana. O tempo era curto e o trabalho era muito. Só sabia que eu tinha que continuar. Tinha que recobrar as forças, porque seriam os dois meses mais agitados do ano.
Começando pelos Réus Confessos, que teriam uma batelada de shows de natal pra fazer e um repertório enorme pra aprender, passando pela Segunda temporada de “Te Querer, Te Ganhar e Te Perder”, além dos ensaios de “Era Uma Vez Naquela Noite”, as gravações de Nadjah Vânia -que tinham que ser concluídas- e a peça inteira da CAL pra levantar. Foram dois meses de muito trabalho…
(01/NOV) Tirei meu DRT -registro profissional do ator. Deu muito trabalho, com todas aquelas burocracias chatas, mas resolvi tirar logo, porque em 2012 vou precisar.
(04/NOV) Parecia um dia comum. CAL, depois ensaio de “Te Querer, Te Ganhar e Te Perder” à noite… até o momento em que o nosso diretor Pedro Nogh me convida pra gravar um curta metragem no dia seguinte. Todo falado em japonês. Uma pessoa normal com a quantidade de trabalho que eu já estava fazendo daria uma desculpa, mas todos já sabem como eu sou, né? Acordar às 8h pra fazer uma lésbica num curta falado em japonês pode parecer um programa de índio quando você lê, mas vou contar, quando você topa fazer…
(05/NOV) Se eu topo fazer um trabalho é porque acredito nele. Eu já tinha trabalhado com o Cadu Barros uma vez antes, mas tinha sido bem rápido. Na madrugada anterior, o Pedro me mandou o script de “Young Girl” e eu fiquei apaixonada. O script era ótimo, e eu provavelmente já aceitaria só por isso, mas somando ao fato de eu já conhecer parte da equipe e a protagonista ser uma das minhas melhores amigas, claro que era irrecusável. Eu estava tão exausta quando cheguei no set que achei que não daria conta. Tinha tanta coisa acumulada daquela semana - CAL, ensaios, ensaios e mais ensaios - mas bastou colocar aquele figurino quase indecente de colegial pra perceber que esse trabalho seria diferente de tudo que eu já tinha feito. Foi divertido desde a primeira cena -que foi gravada na porta do CCBB, e que atraia a atenção de todas as pessoas que estavam em volta, fosse a pé, nos carros, nos ônibus. É impressionante o que uma câmera de vídeo e saias mais curtas do que deveriam conseguem fazer. A primeira cena que filmamos de “Young Girl” - que também é coincidentemente a primeira cena do filme - foi o acontecimento da rua naquela manhã. Foi impressionante. Eu me sentia a atração principal de um circo, além do incomodo por causa do vento. E a cena era simples: Eu e a Camilla tínhamos que andar de mãos dadas por um trecho da rua. Demorou uma meia hora mais ou menos, e fomos pra segunda e última externa do curta, em que eu e ela chegavamos no colégio - que era na verdade a escola de cinema Darcy Ribeiro - ainda de mãos dadas. Terminado isso fomos pras cenas lá de dentro. Eu sabia que seria pesado - esse foi um dos motivos que me fizeram aceitar o papel - e somado à minha exaustão, posso dizer que gostei bastante do resultado e do aprendizado. Quando sentei na cadeira de maquiagem, não esperava o que fosse aparecer: As marcas do preconceito, da violência, do bullying, coisas muito pesadas - que o curta retratou de forma bastante competente, espertamente transformando os agressores em completos ridículos - o que de certa forma amenizava um pouco o choque, mas ainda assim tratava com seriedade o assunto. Na hora de filmar a cena em que a Young Girl (Camilla Farias) encontrava a namorada jogada no chão completamente espancada, eu estava muito tocada. Eu comprei muito essa ideia, e achei que o resultado saiu satisfatório. Claro que depois pensei com calma em detalhes que deixariam mais bonito, mas a vida é assim mesmo, muita coisa passa batida no início. Filmamos o curta inteiro em seis horas, tempo récorde. Poderia ter sido mais bem feito em alguns momentos? Poderia. Mas lembrem-se que é um curta de estudantes, e pelo que eu fiquei sabendo depois, a repercussão foi ótima lá na Darcy. Pra mim acrescentou como atriz, como pessoa, e tenho certeza que iniciei uma ótima parceria nesse trabalho. Pra quem quiser assistir, aqui está “Young Girl” ( http://bit.ly/sq8Xg9 )
(06/NOV) Gravação da primeira cena da Neila Madalena na pensão Salém! #NadjahVânia.
(08/NOV) Rola a distribuição de personagens pra “O Burguês Fidalgo”, nossa montagem na CAL, e eu consigo o papel que queria… Mas descubro que teria apenas 20 dias pra construir tudo. Pra variar, quis outra personagem bem diferente de mim. Somada a todos os outros trabalhos que eu já tinha acumulados, a re estreia de “Te Querer, Te Ganhar e Te Perder” cada vez mais próxima, gravações de Nadjah Vânia há mil e shows de natal dos Réus Confessos começando naquela semana, o jeito era respirar fundo e ir com tudo.
(10/NOV) O elenco de “Te Querer, Te Ganhar e Te Perder” faz uma palinha de divulgação da segunda temporada no show da Dani Calazans no Mofo Lapa. E dessa vez com 7 integrantes ao invés de 6: Nosso sub masculino Matheus Oliveira se apresentava conosco pela primeira vez! Na temporada de 2011, ele fez o João (personagem do Lucas de Castro na sessão do dia 25 de novembro).
(12/NOV) Primeiro show de natal com os Réus Confessos, no shopping Rio Design Barra.
(15/NOV) Ensaio Geral de “Te Querer, Te Ganhar e Te Perder” no Teatro Gonzaguinha.
(16/NOV) Estreia Vip de “Judy Garland - O Fim do Arco Íris” no Teatro Fashion Mall com Vinicius Teixeira e Gabi Porto. Melhor Moeller & Botelho do ano! E isso porque eu assisti Beatles de novo. Sensacional, 5 estrelas.
(18/NOV) Reestreia de “Te Querer, Te Ganhar e Te Perder”. Tudo que eu não aproveitei temporada passada eu aproveitei nessa. Foi uma delícia, e essa estreia foi a melhor apresentação de todas até hoje! Dia mágico! Descobri muitas coisas novas sobre a Maria Clara nessa temporada curtíssima.
(20/NOV) Réus Confessos abrem o natal do shopping Rio Design Leblon.
(23/NOV) Sai o quarto capítulo de Nadjah Vânia! (http://bit.ly/vkb3nc)
(24/NOV) Fui rever “Judy Garland” no Fashion Mall. Claudio Botelho estaria substituindo Grancindo Júnior naquela semana.
(25/NOV) Matheus Oliveira vive João em “Te Querer, Te Ganhar e Te Perder”. A palavra que marcou a peça nesse dia foi: União. Trabalho em equipe. Todos muito ligados pra ajudar o Matheus e correr tudo bem no musical. E ainda tivemos o desprazer de fazermos o musical sem microfone, praticamente, devido ao PA do teatro ter caído. Pelo que eu entendi, como o teatro é velho e teve evento lá o dia inteiro antes do nosso musical, a sobrecarga derreteu a tomada. Apesar disso, foi sucesso de publico.
(26/NOV) Elenco e equipe de “Young Girl” se reunem pra assistir o resultado final.
(28/NOV) Réus Confessos aparecem no programa “Qual é o Seu Talento?” no SBT.
(01/DEZ) O link é auto explicativo: (http://www.twitlonger.com/show/eg5g9f)
(02/DEZ) Encerramento digno e com direito a filmagem de “Te Querer, Te Ganharm e Te Perder” no Teatro Gonzaguinha. O equipamento de som já estava consertado.
(04/DEZ) Aniversário da Luisa! Rolou fondue aqui em casa :D
(05/DEZ) Ensaio geral dos Réus Confessos pro show do dia 9 no Teatro Gonzaguinha.
(08/DEZ) Estreia de “O Burguês Fidalgo” na CAL.
(09/DEZ) Show “POP Natalino” dos Réus Confessos no Teatro Gonzaguinha. Abertura: Coro da CAL.
(13/DEZ) Começa a maratona de filmagens pro encerramento da primeira temporada de Nadjah Vânia.
(14/DEZ) “Young Girl” vai ao ar pela primeira vez no Vimeo.
(15/DEZ) Finalização das filmagens de Nadjah Vânia.
(16/DEZ) Filmagem extra de Nadjah Vânia e último show do ano dos Réus Confessos no CCBB. Eu fiquei confusa nesse dia. Por uns instantes cheguei a pensar que tava tudo voltando de novo, mas no dia seguinte descobri, pra minha felicidade, que eu estava livre. Finalmente. Meu acúmulo do segundo semestre passou. Foi embora. Mandou um beijo e adeus. E eu não procuro mais por um fim. Porque nunca vai ter um fim apropriado. Já começou tão errado, que obviamente o final tinha que ser errado também. Mas já foi. Foi junto com esse semestre.
(21/DEZ) Uma falsa esperança. No final bastou pra eu entender que não dá pra gente correr desesperadamente atras de uma coisa se ela não depende só de você. Faça sua parte: Bem feita e por você, que o resto vem quando tiver que vir.
(23/DEZ) Partindo pra última viagem do ano: São Paulo pra passar o Natal com a família! ”Bigger Than My Body” do John Mayer de trilha. :D
(26/DEZ) “Fasten your seatbelts, it’s going to be a bumpy night!”. Começou a contagem regressiva.
(27/DEZ) Começo a discutir detalhes pro próximo projeto que vou fazer: O primeiro curta metragem do ano!
(28/DEZ) “Perhaps on the rare occasion pursuing the right course demands an act of pircacy, piracy itself can be the right course.“
(30/DEZ) Começo a pensar no rumo que 2011 tomou. Decido fazer essa retrospectiva. Pra por em balanço tudo que aconteceu: tudo de bom e tudo de ruim. Pra dividir experiências legais com quem estiver a fim de ler. E se ninguém ler, eu parei pra pensar bastante enquanto fiz isso, pra mim já valeu. E teve muito mais coisas boas do que ruins, no final das contas. Eu tenho essa mania de sempre pintar o quadro mais negro do que ele realmente é…
(31/DEZ) Vou pra Icaraí, passar o ano novo com grandes amigos que nem sempre posso estar junto, mas que fazem falta. O dia foi delicioso, e a virada também. Sinto que 2012 vai ser incrivel, já comecei dando um abraço no meu melhor amigo. Isso é um sinal de boa sorte. Pra quem achou que o ano passado tinha sido ruim, foi uma surpresa curiosa ver que no final das contas 2011 foi o ano que mais me acrescentou experiências novas até hoje. Pode não ter sido tudo que eu sonhei, mas acho que eu sou tão perfeccionista que “tudo que eu sonhei” não existe. Não vou dizer que me contento com o que vier, vou fazer de tudo pra conseguir sempre um pouco mais: Mais experiências, mais trabalho, mais momentos com as pessoas que eu amo, mais oportunidades, mais felicidade! Agora sim: Vem, 2012.
(PARTE 3) “Take these broken wings and learn to fly…”
#Retrospectiva2011
Eu tinha esperanças que “Te Querer, Te Ganhar e Te Perder” me suprisse, e que o Reg 3 trouxesse coisas novas pra mim, que me mantivesse ocupada tempo suficiente…
(02/AGO) Ensaio geral de “Te Querer, Te Ganhar e Te Perder” no Teatro Ziembinski. (http://twitpic.com/601rbl)
(03/AGO) “Te Querer, Te Ganhar e Te Perder” estreia no Teatro Ziembinski (http://twitpic.com/5ydx93), na Tijuca. Eu sonhei com esse momento. O momento em que eu finalmente estrearia fora da CAL, num palco de verdade, num teatro de verdade. A ideia do musical era incrivel! Simples, porem, direto ao ponto -duas coisas que eu gosto muito- e estava funcionando. Mas eu estava muito mal pra conseguir curtir isso. Eu não sabia por que, mas estava sempre doente, sempre sem voz, sempre cansada, sempre sem vontade. Tudo que eu conseguia pensar era naquilo -não naquilo, no outro aquilo- o que estava me deixando mal de não conseguir mais dormir. Eu tinha que dar um fim nisso, não tinha mais jeito, mas parte de mim queria continuar tentando… Só que não adianta se prender num barco que já naufragou, não é mesmo? Doente, fiz as duas sessões daquela semana, e cheguei a uma decisão.
(05/AGO) “@vinitei Vou te contar, timing é o que salva a vida!”
(8/AGO) Dois fatos marcantes: Um dia. I) Início do Reg 3, e dia em que eu embarco em Nadjah Vânia. II) “I’m outta time and all I got is 4 minutes…” Réus Confessos começam a ensaiar o medley #MadonnaFeelings. Falando em feelings…
(12/AGO) Réus Confessos cantam no show VOCE pra VOCÊ - Show do Estudio VOCE no Teatro Gonzaguinha. Desse dia eu lembro todos os detalhes. De como terminou da maneira mais inusitada possível, ajudou e atrapalhou ao mesmo tempo. Me lembro da despedida e do encontro na CAL, e das 2h30 que eu dormi aquela noite. 2h da manhã, eu como boa insone, estava tentando dormir. No dia seguinte teria um workshop na CAL que os Réus Confessos ajudariam a promover, e eu tinha que estar na CAL às 8 da manhã. Estava bem animada, varios amigos meus participariam, e teria ensaio pro TV Xuxa - e eu como não ia poder participar, queria muito ver como estava ficando tudo - então quando meu celular tocou as 6:30, como eu tinha planejado, levantei toda feliz pra ir tomar meu banho… Quando fui “desligar o despertador” percebi que não era o despertador… Mas seria o meu despertar de uma certa forma. Uma ligação. Perguntei que horas eram… “4:30”, veio aquela voz que eu já conhecia tão bem. Só sei que depois daquela ligação, que durou um pouco mais de meia hora, quem disse que eu conseguiria dormir de novo?
(13/AGO) Foi um sábado, mas com todo jeito de sexta. Que dia bizarro! Se eu tivesse que escolher um dia do ano pra bizarrices, foi esse. fiquei morrendo de sono o dia inteiro, participando do workshop que nem uma zumbi. Guilherme Héus e Réus Confessos dão um workshop voltado para a formação do Coro da CAL. Depois daquele dia loooongo, que não acabava nunca, tudo que eu queria era a minha cama. Mas acabei no bar, quem diria… Lembro sempre desse final de tarde com você, Isabelle Nascimento. Nós estavamos destruidérrimas, o tedio tava reinando, mas mesmo assim, adorei sua companhia, como sempre. Presentão de Rebeldia! Cheguei em casa, pronta pra dormir. Queria esquecer uma parte daquele dia, queria mandar embora todos os problemas… Até que chega… Uma ligação. A que mudaria tudo. Depois desse dia passei a ver, pelo menos por um tempo, as coisas de uma outra maneira. Eu não precisava sofrer. Eu não precisava me sentir a pior mulher do mundo. Eu não precisava de nada daquilo. Pelo contrário, só tive provas do que eu -e todo mundo- já sabia: Tinha que ser. Tem coisas que não dá pra gente lutar contra. Todo mundo sabia, inclusive eu. Era uma questão de tempo, sempre foi. Esse combo 12 + 13 de agosto foi extremamente importante pra mim por isso. Foi tão bizarro e foi tão inesperado, que se me contassem uns dias antes que isso ia acontecer eu ia rir da cara de quem dissesse e ia mandar acordar. Mas quem acordou fui eu. Inclusive tive umas surpresas também ;)
(14/AGO) Senti como se eu finalmente fizesse parte do mundo. Sério, parecia que eu conseguia enxergar cores que nunca tinham existido antes. Aquela sensação de que nada de ruim pode estragar sua felicidade. Eu estava pronta. Pena que a sensação durou pouco…
(25/AGO) Encerramento da primeira temporada de “Te Querer, Te Ganhar e Te Perder”.
(05/SET) “Eu tentei escapar, eu fugi, mas meu erros refiz…”
(10/SET) Réus Confessos se apresentam no Chá da Alice especial de 2 anos, no Vivo Rio. Estar ali, pisar naquele palco, cantar pra uma plateia de mais de mil pessoas assim do nada foi um sonho realizado. Aquele palco pra mim é muito especial, vi muitos shows incriveis, de pessoas que admiro muito. Vou confessar, um dos meus sonhos era cantar ali. Esse dia em especial entra no top 3 do ano! Nunca vou me esquecer, momento mágico! Cantamos #MadonnaFeelings, Festa no Apê e Lady Luan. Obrigada por mais essa, Réus Confessos! (http://twitpic.com/75ehve)
(11/SET) Encerramento da temporada carioca de “Um Violinista no Telhado” de Charles Moeller e Claudio Botelho. lindo. (http://twitpic.com/6owtne)
(17/SET) Minha primeira viagem a São Paulo do ano! E dia em que os Réus Confessos apareceram no TV Xuxa. Me orgulho muito de fazer parte desse grupo!!!
(21/SET) Recebemos a confirmação da segunda temporada de “Te Querer, Te Ganhar e Te Perder”!
(23/SET) Segunda edição do show “POP” dos Réus Confessos no Teatro Gonzaguinha. (http://twitpic.com/6q0nz4)
(27/SET) Audição pro musical “Era Uma Vez Naquela Noite”, matando as saudades do palco do Teatro Ziembinski.
(29/SET) Meu primeiro dia de gravações de Nadjah Vânia - Porque é muito difícil viver nos dias de hoje… - Guardo com carinho ;)
(01/OUT) Réus Confessos se apresentam no encontro de coros do Nova Iguaçu Country Club. Recebo a notícia de que fui aprovada no musical “Era Uma Vez Naquela Noite”, de Pablo Lyra.
(02/OUT) Gravação do cover de “Rolling in The Deep” da Adele no Locomotiva Estudios com o André Sigaud! (http://bit.ly/vyG2Sn)
(03/OUT) Réus Confessos começam a ensaiar o repertório pros shows de final de ano.
(05/OUT) Primeira reunião de elenco e equipe de “Era Uma Vez Naquela Noite” no SATED RJ.
(10/OUT) Réus Confessos recebem os novos integrantes no ensaio - Estudio VOCE, RJ. Início da semana mais turbulenta na agenda dos Réus do segundo semestre!
(12/OUT) Flash Mob dos Réus Confessos de dia das crianças no Metrô + Ensaio coreográfico pra apresentação no SBT na Petite Danse.
(13/OUT) Assisti ao ensaio geral de “Beatles Num Céu de Diamantes” no Shopping da Gávea. Continua incrível!
(14/OUT) Encerramento da primeira metade do semestre na CAL (O Resto é Silêncio) + Ensaio coreográfico pro SBT com os Réus + Viagem pra São Paulo, pra gravar no SBT. Essa viagem maldita, naquela van maldita, todo mundo espremido, eu sem conseguir dormir por 5 míseros minutos, completamente rouca e com frio indo pro SBT…
(15/OUT) Réus Confessos no SBT! Esse dia merece uma descrição. Saibam que eu quando posso evitar, eu evito falar, mas nesse caso… Chegamos no SBT por volta das 8 da manhã, pra gravar pra um programa chamado “Qual é o seu Talento?”, que eu nunca tinha ouvido falar - e acho que ninguém do grupo tambem- porque chegando lá parecia que eu tinha entrado num filme de terror de orçamento baixo. O programa não só é cafonérrimo, como os concorrentes, serio, que vergonha de entrar naquele estudio. Recebemos um convite pra participarmos ao sermos vistos na Xuxa, sendo Tv, pensamos em participar assim mesmo pra podermos divulgar mais nosso trabalho. Mas vou te contar: Chegamos lá, um frio do capeta, pediram pra pormos os figurinos que eram de verão pra passar na luz, ou algo assim, demoraram 3 horas pra nos chamarem, resumindo: acabamos dormindo no chão do camarim apertado que deram pra gente. Não deram café da manhã, o almoço não saía, e ainda queriam que a gente fosse fazer cabelo e maquiagem em jejum. Depois demorou milenios pra irmos gravar, a pessoa encarregada do som nunca mexeu numa mesa de som, porque não equalizou nada, pra ainda depois percebermos que só podia passar um grupo ou uma pessoa por programa - percebi isso assistindo depois- e passaram uma funkeira. Ou seja, depois de pagarmos mico no SBT (porque o som ficou uma merda, como vim descobrir meses depois quando foi ao ar) só restava voltar pra van pra mais uma noite sem dormir e na friaca de volta pro Rio :’) Realmente uma experiência única. Mas como eu disse na parte um, nós ainda assim conseguimos rir de tudo isso -se é que isso é possível- e voltar bebendo e rindo pra casa.
(16/OUT) Começo da segunda metade do semestre na CAL. Promissor.
(25/OUT) Ensaio memorável no estúdio de “Te Querer, Te Ganhar e Te Perder”.
(27/OUT) Primeira leitura de “O Burguês Fidalgo”, peça de conclusão do Reg 3-I na CAL.
(31/OUT) Dia das bruxas e dia de gravação de Nadjah Vânia!
(Parte 2) “Take these sunken eyes and learn to see…”
#Retrospectiva2011
(29/ABR) “REBELDIA - A Festa” - Depois do sucesso de público, e sucesso pessoal também que foi o musical pra todos nós, decidimos comemorar em grande estilo, fazendo uma festa que encerraria essa estapa na nossa vida. A Festa aconteceu dia 29 de Abril np Espaço Marun, no Catete (RJ). http://twitpic.com/4nnzqz
Confesso que essa festa teve seus pontos altos e baixos, mas uma parte permanecerá no silêncio. Me lembro de uma aposta que fiz com meu melhor amigo, que eu queria perder, mas acabei ganhando, me lembro de todo mundo cantando “E na noite uma voz…” (http://twitpic.com/4t1quq), depois de cantar “A Mulher da Tua Vida” (http://twitpic.com/4t1q57) e de repente ter uma surpresa deliciosa!!! (http://twitpic.com/4t1sdm) Me lembro de terminar a noite na lanchonete da esquina comendo super junk food as 6 da manhã… De uma coisa bizarra que o Vinicius Teixeira só sabe o que é! (alguém avisa, né? :P) Enfim, de uma noite que foi mucho loca, e muito divertida. Dancei tanto, perdi tanto a conta, que no dia seguinte doíam musculos que eu nem sabia que existiam até então… Mas que marcaram o encerramento desse ciclo com honra.
#Retrospectiva2011
(ABR/2011) “As Bruxas de Salém / REG2-I” - Em março voltaram as aulas na CAL, mas pra mim só voltaram de fato em abril, porque eu estava completamente viciada no meu “Rebeldia” e não tinha cabeça de fato pra nada mais. Durante março fizemos leituras somente de “As Bruxas de Salém”, a peça que apresentamos no final do Reg 2. Me lembro de estar no dia da prova de figurino do Rebeldia quando chegou um dos diretores da CAL, que veio conversar comigo e me perguntou se eu estava animada pro Reg 2, se eu já tinha algum personagem em mente… E eu tinha. Claro. A malvadinha, a que joga todo mundo na forca: Abigail Williams. Até o inicio das aulas, era minha meta no Reg 2 conseguir o papel. Me lembro da primeira leitura da peça. A turma revezava os papeis, e eu de todas as maneiras queria porque queria ler a Abigail e mandar bem pra conseguir o papel. Durante a primeira leitura foi isso que eu fiz. Li trechos da Abigail. Até chegar o final do terceiro ato. Ali eu percebi que fazer a malvadinha não seria tão legal. Não depois da Judy. Ali eu percebi que continuar no mesmo padrão não seria tão interessante. Não tanto quanto fazer a menina que é completamente sufocada pelo tribunal até mentir pra salvar a própria pele. Ali eu percebi o que eu queria realmente. Ali eu percebi que o desafio pra mim seria a Mary Warren. E a partir de então começou uma agitação dentro de mim. Eu queria esse papel. Queria MUITO. E eu passei a fazer de tudo pra conseguir. Como não rolaram de fato testes - A diretora escolheu através das leituras de mesa - tudo o que eu podia fazer era continuar tentando, continuar lendo, continuar tentando fazer o melhor possivel pra conseguir o papel. A minha sorte é que eu tinha MUITO a cara da personagem, como fui descobrir depois, mas que durante a leitura me matava! Eu conseguia ler a Abigail, eu estava fazendo uma personagem na mesma vibração dela, eu estava pessoalmente na mesma vibração dela. Fazer de repente uma menina que está num momento totalmente oposto se provou ser muito mais difícil do que eu pensava. Uma menina que era puro medo, fragil - menos quando precisava se defender, aí ela virava quase bicho - mas uma menina que era facilmente persuadida pelos outros, um cãozinho acuado, o oposto da Judy, que conseguia praticamente tudo que queria dos outros. Para atores mais experientes, isso poderia ser facil de resolver: Você se desliga de um papel, e vai pro outro. Mas não pra mim. Não pra alguem que respirou Judy por quase 4 meses. Uma iniciante que só tinha feito um único papel até então, e que foi muito difícil de encontrar a medida. Sair completamente foi um desafio que me levava às lagrimas constantemente. Ver que eu não estava conseguindo dar conta da personagem que eu tanto queria após finalmente conseguí-la me deixava quase no desespero. Eu queria muito aquela personagem, eu sonhava com ela. No dia em que a Nancy (nossa diretora) distribuiu os papeis eu não conseguia nem respirar. Quando eu consegui eu simplesmente não sabia o que fazer. Sabia que seria um super desafio. Sabia que eu ia encarar problemas pra conseguir fazer. Doeu. Chegou um ponto que eu comecei a adiar. Comecei a me preocupar com outras coisas, deixava o texto pra depois, pensava pouco, construí bem menos. Na vespera da estreia eu estava com nojo de mim. Eu não acreditava que tinha feito tão pouco. Muito menos do que a personagem merecia, muito menos do que a direção provavelmente esperava após tanto esforço pra conseguir o papel. Chorei. Chorei muito na véspera. Não tinha mais o que fazer. O teatro pode ser muito cruel as vezes. Mal dormi. No dia da estreia eu estava uma pilha. Eu faria a Mary na primeira sessão. (http://twitpic.com/5qbfvo) Cheguei na CAL com o estomago embrulhado, coloquei o figurino da primeira cena com vontade de morrer. Quando a plateia começou a entrar eu sabia que tinha que fazer alguma coisa. Não podia me deixar fazer isso com a peça, com a personagem, comigo mesma. Respirei fundo, comecei o aquecimento psicológico, e aí algo muito curioso aconteceu. Algo que só me peguei conseguindo fazer uma única vez além dessa, no Rebeldia mesmo, e que até hoje eu luto pra conseguir fazer de novo: Vivenciar. Você não sabe o que é realmente atuar até passar por essa experiência. Foi casual. Foi na hora certa. Tudo que eu sentia que estava fazendo mecanicamente nos ensaios de repente ganhou vida na estreia. Eu não estava na CAL, eu não estava no Brasil, e mesmo que eu falasse português eu conseguia sentir o frio de Salém, Massachussets. Em “Rebeldia”, essa experiencia foi mais suave, eu me via pensando como Judy, e as coisas fluiam, mas não com essa força. Não como em Salém. Não como Mary. O que aconteceu no dia 14 de julho nunca mais aconteceu depois, e é o motivo pelo qual eu continuo insistindo em atuar. Ter um lampejo dessa sensação de novo. É magia. Magia pura. Chegou o terceiro ato. Eu mal conseguia respirar de tanto desespero que eu sentia. O quarto e último ato, em que eu não aparecia mais, passou voando. Eu não estava ali, eu estava em outra dimensão. Quando a peça acabou e vieram os aplausos foi quando me dei conta do que tinha acontecido. Os outros 3 dias da temporada foram bons também, mas não como aquele dia. Nada nunca seria como aquele dia. Foi ali que eu descobri o quanto eu tinha a ver com ela. Coisas que eu nem conseguia imaginar durante os ensaios. Foi ali que eu peguei toda a base pra fazer os proximos dias. As sensações, os momentos onde reagir, como preencher certas lacunas que continuaram brancas durante os ensaios. Me orgulho do resultado, mas não me orgulho do meu trabalho. Foi SIM minha melhor performance, mas eu nao tinha controle sobre ela. Conseguir esse controle é a meta que eu persigo desde então. http://twitpic.com/5wz3n9
“As Bruxas de Salém” (Arthur Miller’s The Crucible) http://twitpic.com/5r5tf2
Direção: Nancy Galvão
Iluminação: Wilson Reiz
Indumentaria: Filomena Mancuzo
Elenco: Reg 3-I.
** Temporada: 14, 15, 16 e 17 de julho - Espaço Yan Michalski -CAL.
#Retrospectiva2011
Eventos entre abril e julho:
(10/JUN) “Just a Dream” - Cover by Sam Tsui & Christina Grimmie.
(11/JUN) Fiz a audição e passei pra completar o elenco do musical “Te Querer, Te Ganhar e Te Perder”. Comecei os ensaios na manhã seguinte! :D
(17/JUN) Réus Confessos apresentam: POP no Teatro Gonzaguinha - Meu primeiro show com os Réus Confessos, e o marco inicial de todo o ano maravilhoso que os Réus teriam a partir de então. Eu estava praticamente num conto de fadas, tudo estava dando certo. Saí dali pra comemorar meu aniversário de 21 anos. Nunca me esqueço daquela noite. Foi quando eu achei que tinha ganho meu presente de aniversário, mas o que eu levei no final das contas… Mais pra frente. (http://twitpic.com/5r5oub).
(05/JUL) Saem as primeiras fotos de divulgação de “Te Querer, Te Ganhar e Te Perder” http://twitpic.com/5mjo63
(07/JUL) Réus Confessos passam pela semifinal do concurso de coros da Mostra FIL - Festival Internacional de Linguagens - Com apresentação no Teatro do Jockey.
(17/JUL) Réus Confessos ganham o primeiro lugar na Mostra FIL no Teatro Carlos Gomes - E eu acompanhando via SMS da coxia de “As Bruxas de Salém”. (http://twitpic.com/5r5oub)
(23/JUL) Pra todo mundo, marcou a morte da Amy Winehouse. Pra mim, marcou a morte de uma parte de mim que ainda luto pra tentar recuperar. Eu sabia o que estava fazendo, eu achava que sabia. E eu sabia sim, o que eu não esperava é que eu não fosse conseguir lidar com isso depois. Eu parei pra pensar muito sobre esse dia. Ainda mais agora, depois desse desfecho de 2011, e pensei melhor: Não me arrependo mais. Eu precisava aprender. Ainda dói sim, muito, mas foi pro meu bem. Tudo de ruim que aconteceu comigo no segundo semestre aconteceu porque eu precisava aprender. De uma certa forma, obrigada.
(25/JUL) Equipe do TV Xuxa vem ao ensaio dos Réus Confessos. E somos classificados pra participar do concurso de coros -que eu infelizmente não pude participar, mas que morri de orgulho assistindo depois!
(31/JUL) O elenco de “Te Querer, Te Ganhar e Te Perder” faz uma divulgação na festa “Intervenções” promovendo a estreia do musical, que ocorreria no dia 3 de agosto na Tijuca. (http://twitpic.com/5y10nf)
(PARTE 1) “You were only waiting for this moment to arise…”
#Retrospectiva2011
Durante janeiro, fevereiro e boa parte de março, me dediquei exclusivamente aos ensaios do “Rebeldia” (Como o musical passou a ser chamado posteriormente).
Eu tive muita sorte de começar de fato minha vida profissional com esse musical. Minha primeira personagem, já uma protagonista (e até então minha única), foi um super desafio. Mas eu me senti segura todo o tempo, desde o instante em que entrei na sala de audição até o ultimo segundo da ultima apresentação. Trabalhar com pessoas que você confia e que sabem como puxar o melhor de você não tem preço! Passei 2010 inteiro estudando com Menelick de Carvalho e Guilherme Héus - responsáveis pelo Mergulho no Musical e pelo Rebeldia - e apostei muito no projeto desde o início.
Agora um fun fact: Me lembro até hoje da primeira vez que assisti “Juventude Transviada”, foi no curso de inglês quando eu tinha uns 13 anos. JAMAIS eu poderia imaginar que seria minha primeira peça. Eu me lembro de detalhes daquela primeira vez que assisti, e me lembro exatamente do dia em que o Menelick falou qual seria o filme em que se basearia o musical, no meio de uma das aulas no final de 2010. Lembro como eu corri pro celular e pedi pro meu pai pegar o filme na locadora. Lembro das noites que passei em claro estudando o script e pensando em coisas pra acrescentar na minha Judy. Foi o trabalho em que eu me dediquei 100% do meu tempo, e que tinha tudo muito mais a flor da pele, por ser o primeiro trabalho, e ser exatamente tudo que eu queria! E de quebra ainda passei esses 3 meses com várias pessoas maravilhosas com quem dividi meu 2010 aprendendo no Mergulho no Musical, mas especialmente a ELE, meu melhor amigo, meu companheiro de todos os momentos, o melhor presente que 2010 me deu, e com quem passarei os ultimos segundos desse ano bizarro, sofrido, porém de muito aprendizado: Vinicius Teixeira. Como eu posso começar a te agradecer?
Bom, depois de dois meses de ensaio, muito suor, muita dedicação, muito trabalho em equipe, em 19 de março rolava a primeira pré estreia de “REBELDIA - O Musical”!
(19/MAR) Cabelo da Judy pronto, momentos antes de ir pra CAL. http://twitpic.com/4b4gxo
E dia 26 finalmente estreava a nossa curta temporada, mas ainda assim, a maior temporada de uma peça na CAL: 4 semanas, sábados e domingos com duas sessões por dia. Não preciso dizer que minha vida se resumia a esses finais de semana, que de segunda a sexta ficava esperando ansiosamente o momento de cachear os cabelos e voltar aos anos 50! http://twitpic.com/4dyvwn
“REBELDIA” me acrescentou muito como pessoa, antes de me acrescentar como atriz. Muitas lições valiosas que eu tirei dali foram fora do palco. Muitas coisas que aprendi com as pessoas do elenco e da direção fora dali. Com muito carinho que eu guardo cada uma dessas lembranças. E ainda acredito na frase de maior força e que encerrava o musical: “Começou a revolução e não vai mais parar!” (http://twitpic.com/4j1x4u). E não parou mesmo. Tenho certeza que Rebeldia vive ainda no coração de todos que participaram de alguma forma desse musical. http://twitpic.com/5b254l
“REBELDIA - O Musical”
Musica e direção musical: Guilherme Héus
Direção, adaptação e letras: Menelick de Carvalho
Supervisão e preparação vocal: Mirna Rubim
Assistência de direção cênica: Andreas Gatto
Iluminação: Wilson Reiz
Sonorização: Luciano Siqueira
Indumentária: Carol Rodriguez
Projeção e operação de câmera: Mário Cascardo
Programação Visual: Marcela Pinto
Elenco: Bruno Fraga, Fernanda Schmoltz, Marcelo de Paula, Matheus Oliveira, Fernanda Gabriela, Rafael de Castro, Renata Januzzi, Renato Machado, Mariana Bravo, Patricia Manso, Stephanie Goebbels, Vinicius Teixeira.
Participações Especiais: Guilherme Héus e Marcelo Albuquerque.
**O musical ficou em cartaz de 19 de março a 10 de abril, sábados e domingos às 18h e 21h no Espaço Yan Michalski - CAL (Rua Rumânia,44 - Laranjeiras. Rio de Janeiro-2011) http://rebeldiaomusical.com.br/
#Retrospectiva2011
Ok, muitos não devem saber quem ou o que nós somos. O Réus Confessos é um grupo vocal carioca que começou em 2009, com direção musical e arranjos de Guilherme Héus. O que diferencia o Réus da maior parte dos outros grupos vocais é a pegada mais pop/rock e a irreverência, os arranjos inusitados e uma vibe super lá em cima! O grupo atualmente tem 24 cantores, e vem conquistando cada vez mais espaço no cenario carioca. Em 2011, ganhamos o prêmio FIL de melhor grupo vocal, cantamos em lugares como: Vivo Rio, Teatro Carlos Gomes, Feira da Providência, CCBB, Teatro Gonzaguinha, além de nos apresentarmos nos programas: TV Xuxa (Globo) e Qual é o seu Talento? (SBT). 2011 foi definitivamente o ano do Réus Confessos. Cada conquista, cada apresentação, cada vitória, cada derrota, tudo com um gostinho doce na boca, muito divertimento e cantoria! Entrar pro Réus Confessos de uma certa forma mudou minha vida. Toda a experiência que isso me proporcionou, eu poderia passar horas falando aqui. Todos os ensaios divertidíssimos, o clima da galera, as festinhas, as viagens, as furadas, as vitorias, as amizades, tudo claro, faz parte de ser um Réu Confesso. Porque ser Réu Confesso é saber que não somos unanimes (o que sempre fode a gente nos concursos, mas a gente continua se divertindo), é saber que se tudo der errado, ainda teremos bons momentos juntos e riremos depois de tudo, é entrar de cabeça em tudo que acontece ali, é se apaixonar, é dar sua alma e seu suor, é ensaiar com quase 30 pessoas num espaço pequenininho mas saber que tudo vai ficar bem, porque o Estudio VOCE é que nem coração de mãe. É cantar nas VANs da vida, é dormirem 26 no chão do SBT, é sermos xoxados pelo Miranda e AINDA ASSIM voltar todo mundo apertado na VAN bebendo e rindo muito da propria desgraça, porque ser Réu Confesso é acima de tudo, rir de si mesmo, se aceitar, aceitar o outro. Me dá muito orgulho fazer parte desse grupo. Obrigada a todos que passaram, passam, e passarão por esse grupo super eclético que dá super certo, porque o maior desafio do Réus Confessos é passar alegria e divertir quem nos assiste, e isso posso garantir que fizemos com louvor em 2011. www.reusconfessos.com